No dia 13 de Março, realizou-se na Biblioteca Pedro Calmon (BPC) da UFRJ, um encontro entre a Cambridge University Press, o Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ (SiBI) e a Biblioteca Francisca Keller do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/Museu Nacional/UFRJ). A cerimônia marcou formalmente o recebimento das doações feitas pela Cambridge University Press à Biblioteca Francisca Keller, que perdeu todo o seu acervo no incêndio do Museu Nacional no dia 2 setembro do ano passado.

 

     A representante da editora britânica, Vera Medeiros, esteve presente para fazer a doação dos 501 títulos que serão incorporados ao acervo da nova Biblioteca Francisca Keller, que ficará localizada no Horto do Museu Nacional. Também estiveram presentes a Coordenadora do SiBI, a bibliotecária Dra. Paula Mello, o Professor Dr. Carlos Fausto, representando a Comissão de Reconstrução da BFK, a bibliotecária Dulce Maranha Paes de Carvalho, responsável pela BFK, e Adriana Ornellas, Fernando Lima e Márcio Miranda, servidores da BFK.

 

doao Cambridge 1

 

doao Cambridge 3

 

doao Cambridge 5

 

doao Cambridge 2

 

doao Cambridge 6

 

 

"Edmundo Pereira do Museu Nacional (UFRJ) cita a aproximação com os povos indígenas e afro-brasileiros como um destino no campo das Humanidades."

 

prof. edmundo pereira

Foto: AF Rodrigues/Agência Pública

 

"Jornalista de formação, Edmundo Pereira não se demorou muito atuando na área de Comunicação. Sua primeira experiência profissional como jornalista ocorreu no Estado do Acre, onde, ao ter contato mais próximo com expressões artísticas e culturais de povos indígenas, apaixonou-se pelas questões antropológicas. Isso contribuiu para que tivesse o interesse de se dedicar às pesquisas no campo da Antropologia Social e se tornasse, mais tarde, professor adjunto do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e chefe do Departamento de Antropologia do Museu Nacional (MN/UFRJ).

 

Em janeiro, Edmundo esteve no Museu Antropológico da UFG, onde ministrou o curso de extensão Coleções Antropológicas: Desafios e perspectivas históricas, antropológicas e museais. Segundo o professor, entre os enfrentamentos atuais relacionadas às coleções antropológicas, podem ser destacados cinco pontos: o diálogo com os diversos públicos, a formação antropológica versus formação museal, o mundo contemporâneo e a antropologia em cheque, os dilemas das técnicas para o desenvolvimento de uma exposição, chamada de expografia, e os caminhos percorridos pelas peças para formação das coleções.

 

Otimista quanto ao panorama do campo das Ciências Sociais frente à realidade sociopolítica atual, ele acredita que tanto nas universidades quanto nos movimentos sociais, as atividades estão seguindo de forma intensificadas, contribuindo para qualificar melhor as relações e conhecimentos gerados da articulação de diferentes atores sociais. Um pouco desses e outros assuntos foram debatidos pelo professor em entrevista concedida ao Jornal UFG."

 

Leia a entrevista completa clicando aqui.

Matéria: Carolina Melo.

 

 

"Rising from the ashes": entrevista concedida pelo Professor João Pacheco de Oliveira (PPGAS/MN-UFRJ) à Revista Anthropology Today, v. 35, n.1, fevereiro 2019.

Disponível no link: http://jpoantropologia.com.br/…/2…/02/Entrevista-JPO_AT.pdf…

 

Anthropology today 35

 

 

Association of University Presses

 

Mais de 50 editoras da Association of University Presses (AUPresses) mobilizaram-se para nos doar livros! Saiba mais sobre esta iniciativa e veja a lista de editoras participantes na matéria.

 

Nossa campanha de doação de livros segue no ar! Acessem: https://www.bfkmuseunacional.org/

 

Arqueologia do resgate

 

A exposição ‘’Museu Nacional Vive - Arqueologia do Resgate’’ traz para o #CCBBRJ mais de 100 obras resgatadas do incêndio que destruiu o prédio principal do Museu Nacional, em setembro do ano passado.

"O que poderia ter sobrevivido às gigantescas e intensas labaredas que destruíram grande parte do palácio? Graças a um trabalho intenso e heroico de servidores da instituição é que hoje podemos ver parte do material resgatado, e, felizmente, ainda há muito mais por vir. Essa exposição é uma demonstração clara de que o Museu Nacional VIVE!". Alexander Kellner, Diretor do Museu Nacional.

No térreo do CCBB, estará o Meteorito Santa Luzia que caiu do espaço em Luziânia, Goiás, em 1922. Ele pesa cerca de duas toneladas, mede 136 x 80 x 40 cm e é composto por 95,33% de ferro, mais níquel, cobalto, fósforo, cobre e outros elementos.

O público encontrará aves taxidermizadas; crânio de boto cor de rosa, crânio de rinoceronte, peixes, tartarugas, sapos, pouquíssimos insetos [segmento muito afetado pelo incêndio]; corais e crustáceos, peças-tipo (primeira vez que foram classificadas) como conchas.

O crânio de um jacaré-açu foi resgatado inteiro dos escombros e é um dos destaques da mostra. Além dele, há outros exemplares resgatados, que caracterizam as coleções de D. Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina – vasos, ânforas e lamparinas romanas e etruscas e peças mochica e chimú (Peru).

"Apresentar para o público parte do trabalho de resgate do acervo do Museu Nacional é algo muito especial não só para o CCBB, mas também para todas as instituições culturais do Brasil e do mundo e para a população de uma forma geral, que viu e sofreu com o incêndio que destruiu uma história de 200 anos. Com esta exposição, celebramos a reinício do Museu. Poder fazer parte deste momento marcante é motivo de muito orgulho para nós’’
- Marcelo Fernandes, Diretor do CCBB.

27.02 a 29.04
Quarta a segunda, 9h às 21h
Classificação indicativa: livre
Entrada franca

 

Subcategorias

UFRJ Biblioteca Francisca Keller - PPGAS/MN/UFRJ
Desenvolvido por: TIC/UFRJ